Cromeleque dos Almendres em Évora
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Cromeleque dos Almendres é o maior conjunto megalítico da Península Ibérica. Fica a 20 minutos de carro do centro de Évora. Estima-se que tenha sido erguido entre o sexto e o quinto séculos a.C., mas só foi “descoberto” em 1974.  São quase 100 menires, dispostos num “círculo de pedras pré-histórico”, designado por Cromeleque. O local é tão relevante que há quem o denomine de Stonehenge Português.

 

Cromeleque dos Almendres

A verdadeira função do Cromeleque e do Menir dos Almendres não é certa, mas a forte ligação que ambos têm com a agricultura e o pastoreio parece ser inegável. Existem visitas guiadas que te contam a história do local ou podes optar por partir sozinho à descoberta. 

Rodeado de uma aura de misticismo e encantamento, o Cromeleque dos Almendres é uma autêntica máquina do tempo que vale a pena visitar. Não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉.  


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Tudo o que precisas de saber sobre o São João no Porto
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Junho é oficialmente o mês das festas em Portugal, mais conhecidas como Festas dos Santos Populares.

Em Lisboa, do dia 12 para 13 de Junho, comemora-se o Dia de Santo António e, no Porto, de 23 para 24 de Junho, é dia de se celebrar o São João. As festas são sinónimo de grande animação e servem de motivo para as pessoas irem para as ruas comer as típicas sardinhas no pão, beberem e divertirem-se. As ruas transformam-se em passarelas, enfeitadas com arcos, balões de todas as cores e os manjericos do costume.

 

Assar Sardinhas

Mas, afinal, o São João é dia 23 ou 24? Bem, o dia oficial é 24 de Junho, mas as comemorações começam na noite anterior, como manda a tradição.

Festejar com Martelinhos de Plástico

Os bairros mais tradicionais, como Miragaia, Fontainhas, Ribeira e Massarelos, ficam cheios de foliões com os seus martelos de plástico nas mãos. Se estiveres por lá, prepara-te para levar com alguns na cabeça e não te esqueças de comprar os teus martelos, para poderes retaliar. À meia-noite, as atenções vão estar todas voltadas para o fogo de artifício que será lançado em pleno Rio Douro. A junção dos balões de São João com os foguetes é um espetáculo único, a não perder. 


Fogos de Artificio no Rio Douro

Os mais resistentes continuarão a noite a percorrer a zona de Miragaia, passando pela foz do rio até chegar a Matosinhos para assistir ao nascer do sol. Estás curioso? Clica aqui e vê mais sobre esta festa popular.

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O Charme dos Azulejos no Porto
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Os famosos ladrilhos coloridos dão charme à Cidade Invicta.

 

Portugal tem detalhes de charme e um deles é, sem dúvida, a beleza dos azulejos que revestem muitos prédios e casas do Porto. Coloridos ou apenas em azul e branco, estes pequenos ladrilhos não deixam o visitante indiferente.

 

Painel da Biblioteca Municipal do Porto, onde se encontram azulejos dos séculos XVII e XVIII

Os azulejos chegaram a Portugal no reinado de D. Manuel I, no século XV, por influência árabe. A origem da palavra “azulejo” vem do termo “az-zaleij”, de origem árabe-hispânica, que significa “pedra polida” (e não “das cores azuis”, como muitas vezes se pensa). Em Portugal, a produção de azulejos desenvolveu uma linguagem própria e a história do país é contada nas suas pinturas. 

Pela Baixa do Porto vais encontrar sempre muitos painéis. O mais imponente dos locais onde é possível ver azulejos pintados à mão em grande quantidade é a Estação de São Bento. Este é o local com maior número de azulejos por metro quadrado do mundo! Todos estes painéis de azulejo foram pintados pelo artista Jorge Colaço, no início do século XX, e depois organizados nas paredes da entrada da estação.

Estação de São Bento

Perto da estação, podes encontrar a Igreja de Santo Ildefonso, construída entre os anos de 1709 e 1739 e cujos azulejos foram instalados apenas em 1932, também por Jorge Colaço.

Na Capela das Almas, podemos admirar os azulejos mais famosos do Porto. A capela é do início do século XVIII, mas as quase 16 mil peças de azulejos que revestem o seu exterior – e que representam cenas da vida de Santa Catarina e de São Francisco de Assis – foram instaladas já século XX, sendo da autoria de Eduardo Leite.

Capela das Almas


Na Casa da Música, espetacular edifício destinado a concertos e inaugurado em 2005, Rem Koolhaas, designer do projeto, criou a Sala VIP, toda de azulejos. Vale a pena visitar.

Sala VIP na Casa da Música

Se quiseres comprar um azulejo para levar como recordação, existem milhares de lojas espalhadas pela cidade, mas a nossa dica é a Prometeu Artesanato, que fica na Rua de Mouzinho da Silveira, 136, aberta todos os dias das 10h às 21h. Se quiseres fazer o teu próprio azulejo e levar para casa, a dica é a Brâmica, que fica na Rua de Santo Isídro, 181, e abre de Segunda a Sexta-feira, das 14h às 20h.

Não te faltam opções para apreciares e tirares boas fotografias com os azulejos no Porto! Não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉. 


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Porquê estudar em Évora?
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Évora é uma cidade muito interessante. Apesar de ser pequena, tem grande importância histórica e vários pontos dignos de visita. O seu centro histórico foi considerado Património Mundial pela UNESCO em 1986.  Se queres saber mais sobre locais interessantes que não deves deixar de visitar na cidade, clica aqui.

Universidade de Évora

Com uma excelente localização, Évora fica a uma hora e meia de Lisboa (134 km) e a duas horas de Faro (226 km). Perto também de Espanha, são cinco horas até Madrid (504 km) e três horas até Sevilha (326 km). Com muitos autocarros para todas as cidades, o transporte para conheceres novos sítios será fácil. 

Para quem não quer viver com muita agitação, como na capital Lisboeta ou no Porto, mas também não gosta de cidades muito pacatas, Évora é ideal. Com muitos restaurantes, esplanadas e um shopping, a cidade é um convite para viver num museu a céu aberto.

A Universidade de Évora é a segunda mais antiga do país, fundada em 1559 e conta com uma vasta lista de cursos de licenciatura, mestrado e doutoramento. Queres ver mais sobre a universidade? Clica aqui.

Se és um estudante Erasmus, não vão faltar-te eventos com a ESNKaraoke Night, Game Day, Glitter Party e Yoga Class são só alguns dos eventos organizados especialmente para ti. 

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5 Bibliotecas para estudar no Porto
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Às vezes, o aconchego da nossa casa não é o lugar ideal para estudar. O Porto, felizmente, não tem escassez de alternativas para esse propósito. Esta cidade universitária está repleta de cafés, esplanadas e parques que os alunos utilizam para estudar, mas, se procuras um sítio mais tranquilo, reunimos as nossas sugestões de bibliotecas que irão ajudar-te a colocar a matéria em dia.

 

1. Biblioteca da FMUP 

Tecnicamente, a biblioteca não pertence à FMUP (Faculdade de Medicina da Universidade do Porto), mas sim ao CIM (Centro de Investigação Médica), por isso, qualquer pessoa pode estudar lá. Um local silencioso e quentinho, muito convidativo para estudar em dias chuvosos e no frio do inverno, com janelas imensas e muita iluminação que ajuda a dar uma sensação de espaço aberto. Com Wi-Fi gratuito, serviço de impressão e computadores, é uma ótima opção para quem é da área da saúde/ciências, porque tens os melhores livros. Existem duas desvantagens, não se pode comer nem beber lá dentro do espaço e o horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira das 8h30 às 20h. 

Morada: R. Dr. Plácido da Costa s/n, Porto

Horário:  Segunda a Sexta-feira das 8h30 às 20h

 

2. Biblioteca Almeida Garrett

Mais conhecida como “a biblioteca do Palácio de Cristal”, a Almeida Garrett é uma das melhores bibliotecas do Porto. Pública e com um grande acervo, tendo acesso a todo o conteúdo, o estudante pode passar horas lá dentro. Muito silenciosa, com muitas fichas para ligação de aparelhos e com Wi-Fi gratuito. Atenção ao horário em que vais estudar, pois esta biblioteca encerra aos domingos e às segundas de manhã; de terça a sábado, está aberta das 10h às 18h.

Morada: Jardins do Palácio de Cristal, Rua de Dom Manuel II, Porto

Horário:  Segunda das 14h às 18h, Terça a Sexta-feira das 10h às 18h

 

Biblioteca Almeida Garrett

 

3. Biblioteca da FEUP

É a maior biblioteca do Porto e tem capacidade para acolher cerca de 400 estudantes. Para usufruir do espaço, não precisas ser estudante. Está aberta de segunda a sexta-feira, entre as 8h30 e às 19h30. 

Morada: Rua D. Frei Vicente da Soledade e Castro 25, Porto

Horário:  Segunda a Sexta-feira das 08h30 às 19h30

 

4. Pólo Zero 

Localizado em baixo do Jardim das Oliveiras, perto da Torre dos Clérigos, o Pólo Zero é um espaço predominantemente universitário, com excelentes mesas de estudo, Wi-Fi e uma ótima estrutura para te auxiliar nos estudos. Há dois ambientes, um mais formal e outro com bancos e pufes, mais descontraído. Atenção que, por ser um espaço muito apreciado, nem sempre se encontram mesas disponíveis; por isso, a nossa dica é chegar cedo.

Morada: Rua de São Filipe de Nery, Porto

Horário:  Todos os dias das 10h às 24h.

 

5. Biblioteca de Serralves 

É uma biblioteca de arte, com acesso a todos os documentos e a Wi-Fi. Esta é uma ótima opção para estudar, pois tem um ambiente com uma excelente luz natural e uma decoração linda. Quando o estudante quiser fazer uma pausa, pode sempre visitar a Casa de Serralves ou o Parque de Serralves. A Biblioteca está aberta todos os dias, das 10h às 18h. 

Morada: Rua Dom João de Castro 210, Porto

Horário:  Todos os dias das 10h às 18h.

 

Não te faltam opções para estudar no Porto. Estudar em sítios assim dá outro ânimo aos estudos. Boa sorte e não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉.  


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Comer em Évora – Com Tempo e Com Prazer
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O Alentejo é famoso pela sua excelente gastronomia.  A criatividade e a imaginação na utilização de ingredientes regionais muito simples fizeram da gastronomia alentejana uma surpresa de sabores e uma verdadeira atração turística.  

Tendo o Alentejo sido, no passado, uma região de fracos recursos económicos, onde abundavam, sobretudo, as grandes planícies de trigo, os olivais e os porcos e ovelhas que pastavam em liberdade, não admira que o pão, o azeite, o porco e o borrego sejam a base da sua cozinha tradicional. Mãos sábias combinam suavemente estes ingredientes com temperos que fazem a diferença: o alho, os coentros, os orégãos, o poejo, a hortelã…

O Alentejo é também conhecido pelos seus inúmeros vinhos de excelência, distinguidos com vários prémios internacionais. Prova obrigatória num restaurante ou numa visita a um dos vários – e imperdíveis – locais de enoturismo.

Os queijos e os enchidos, feitos de acordo com o método tradicional, são também famosos pela sua qualidade e sabor excecional.

Há também uma doçaria típica alentejana a que é difícil resistir. As sobremesas vão buscar receitas à tradição conventual, feita à base de ovos, amêndoas e gila.

Além do respeito pelo que é tradicional e genuíno, Évora apresenta restaurantes que apostam numa modernização criativa da tradição. Existem também múltiplas ofertas para quem prefere uma alimentação vegan/vegetariana.

Zé Dias e D. Luísa – Taberna Típica Quarta-Feira

Tens alguma dica de restaurante imperdível em Évora? Deixa-nos um comentário e não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉.  


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A História de Amor Mais Famosa de Coimbra
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Descobre tudo sobre a dramática história de amor entre Inês de Castro e D. Pedro I.

 

Pedro e Inês

D. Pedro nasceu em 1320, filho do rei D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela. Por questões de conveniência política, como era costume na época, D. Pedro casou-se, em 1339, com D. Constança Emanuel, uma nobre castelhana.

O que ninguém imaginava é que Pedro iria apaixonar-se por uma das damas de companhia de Constança, a esplêndida Inês de Castro. Iniciou-se entre os dois um romance que começou a ser comentado e mal aceite pela corte, a qual temia a influência castelhana sobre o infante Pedro. 

Sob o pretexto da moralidade, D. Afonso IV mandou exilar D. Inês, em 1344, no castelo de Albuquerque, na fronteira castelhana. No entanto, a distância não teria apagado o amor entre Pedro e Inês, que se correspondiam com frequência.

Em Outubro do ano seguinte, D. Constança morreu ao dar à luz o futuro rei, D. Fernando I de Portugal. Viúvo, D. Pedro, contra a vontade do pai, mandou D. Inês regressar do exílio e uniu-se a ela, provocando algum escândalo na corte e contrariando o pai. Começou então uma desavença entre o rei e o infante.

D. Afonso IV tentou remediar a situação casando o filho com uma dama de sangue real. Mas D. Pedro rejeitou este projeto, alegando que sentia ainda muito a perda de sua mulher, D. Constança, e que não conseguia ainda pensar num novo casamento. No entanto, a união com D. Inês ia dando frutos: entre os anos de 1346 a 1354, Inês teve quatro filhos de Pedro. Começaram então a circular boatos de que os castelhanos conspiravam para assassinar o infante D. Fernando, legítimo herdeiro de D. Pedro, para o trono português passar para o filho mais velho de D. Inês de Castro.

Em 1355, D. Afonso IV cedeu à pressão dos fidalgos portugueses e mandou matar Inês de Castro. Assim, no dia 7 de janeiro, aproveitando o facto de Pedro estar a viajar, três homens – Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco – emboscaram Inês nos jardins onde ela e Pedro costumavam encontrar-se e assassinaram-na friamente. Diz a lenda que as lágrimas dela se transformaram num riacho, que hoje é conhecido como A Fonte das Lágrimas, e o seu sangue, no musgo vermelho do local. 

Fonte dos Amores

A morte de D. Inês provocou a revolta de D. Pedro contra D. Afonso IV. Após meses de conflito, a Rainha D. Beatriz conseguiu intervir e fez selar a paz entre pai e filho. Em 1357, D. Afonso IV faleceu e o filho foi coroado como D. Pedro I.

Em Junho de 1360, D. Pedro I fez a declaração de Cantanhede, legitimando os filhos ao afirmar que se tinha casado secretamente com D. Inês, em 1354, em Bragança. A palavra do rei, do seu capelão e de um seu criado foram as provas necessárias para legalizar esse casamento.

De seguida, perseguiu os assassinos de D. Inês, que tinham fugido para o Reino de Castela. Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves foram apanhados e executados em Santarém (segundo a lenda, o Rei mandou arrancar o coração de um pelo peito e o do outro pelas costas, assistindo à execução enquanto se banqueteava). Diogo Lopes Pacheco conseguiu escapar para França e, posteriormente, seria perdoado pelo Rei no seu leito de morte.

D. Pedro mandou construir os dois esplêndidos túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro no mosteiro de Alcobaça, para onde trasladou o corpo da sua amada Inês, em 1361 ou 1362. Diz ainda a lenda que, antes de colocar o corpo da amada no túmulo, o rei a sentou no trono e fez com que toda a corte beijasse a mão da rainha morta.

Gostaste da história? Temos uma boa dica para ti: o filme Inês e Pedro com direção de António Ferreira conta a história de uma forma interessante. Assiste ao filme e passeia pelos pontos turísticos que marcam esta linda história de amor. Não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉.  


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5 Lugares Imperdíveis Para Visitar em Coimbra
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“Coimbra é uma lição, de sonho e tradição”, já cantava Amália Rodrigues.

Rio Mondego e Universidade de Coimbra


Coimbra
foi habitada por romanos e árabes. D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, nasceu nesta cidade. A faculdade mais antiga do país está num dos seus pontos mais altos. A cidade é banhada pelo rio Mondego e já foi palco de uma história de amor digna de Shakespeare. Além de tudo isto, Coimbra é património da UNESCO desde 1994. Elegemos 5 sítios top que precisas de visitar nesta bela cidade. 


1. Universidade de Coimbra 

Fundada em 1290, a Universidade de Coimbra começa, inicialmente, a funcionar em Lisboa e fixa-se definitivamente em Coimbra em 1537.

Assim que entras pela Porta Férrea, podes ver o Paço das Escolas e o complexo arquitetónico que recebeu as faculdades a partir do século XVI. Antes de pertencer à universidade, o espaço foi o primeiro Paço Real de Portugal, local onde nasceram e viveram os primeiros Reis de Portugal.

Alguns pontos obrigatórios para o visitante são a Biblioteca Joanina, a Capela de São Miguel, a Torre da Universidade e o edifício principal, onde se localiza a Via Latina (longa varanda) e a Sala dos Capelos. Atenção ao horário de visitas de algumas das instalações. 

Morada: Paço das Escolas, Coimbra

Horário: Aberto 24 horas

Paço das Escolas


2. Mosteiro e Igreja de Santa Cruz

O Mosteiro, que tem entrada gratuita, fica localizado na baixa de Coimbra e foi fundado em 1131 pela Ordem de Santo Agostinho.

O edifício principal a visitar no Mosteiro é a Igreja de Santa Cruz, onde se encontra sepultado D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. Nas traseiras do Mosteiro, existe o Jardim da Manga (ou Claustro da Manga), que data do século XVI. Apesar de hoje ser independente, o jardim fez inicialmente parte do Mosteiro.

Morada:  Praça 8 de Maio, Coimbra

Horário: Segunda a Sexta-feira das 9h às 17h, Sábado das 9h às 12h30 e das 14h às 17h e Domingo das 16h às 17h30  

3. Quinta das Lágrimas

Quinta das Lágrimas localiza-se na margem esquerda do Mondego. Ocupa uma vasta área, no centro da qual se encontra um palácio do século XIX, hoje requalificado como hotel de luxo. Nos seus jardins acumulam-se memórias desde o século XIV, devidas sobretudo a uma história de amor verdadeira que deu origem a várias lendas.

Trata-se da que pode ser considerada a mais célebre história de amor portuguesa, vivida entre o príncipe D. Pedro (futuro Pedro I de Portugal) e a fidalga D. Inês de Castro, que tem sido tema de inúmeras obras de arte ao longo dos séculos.

Diz a lenda que os jardins desta quinta terão sido cenário dos encontros amorosos entre os dois amantes, testemunhando momentos de alegria e de tragédia. Na Quinta das Lágrimas se encontram a Fonte dos Amores e a Fonte das Lágrimas.

Diz-se que era na Fonte dos Amores, envolvida pelos muros do Jardim Medieval, que Inês encontrava os barquinhos de madeira com as mensagens de amor de Pedro. Mas diz-se também que foram as lágrimas de desgosto de D. Inês que originaram a chamada Fonte das Lágrimas, e que o sangue derramado nesta trágica história escorreu e ficou ali marcado até hoje, em musgos vermelhos.

Se quiseres saber mais sobre esta história de amor, clica aqui

Além desta forte impressão romântica, a beleza do local e a maravilhosa vista que permite sobre a cidade são razão mais que suficiente para uma visita obrigatória.

A visita tem um custo de 2€.

Morada:  R. José Vilarinho Raposo 1, Coimbra

Horário: Terça a Domingo das 10h às 19h

Quinta das Lágrimas


4. Jardim Botânico da Universidade de Coimbra

O Jardim é do século XVIII e foi inaugurado por Marquês de Pombal. É muito agradável passear pela Alameda das Tílias, pela Estufa Grande, Estufa Fria, pelo Fontanário e pelo Recanto Tropical, com espécies diferentes de palmeiras. Tudo isto em 13 hectares.

A entrada é gratuita.

Morada: Calçada Martim de Freitas s/n, Coimbra

Horário: Todos os dias das 9h às 17h30 

Escadas do Jardim Botânico


5. Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

Fundado pela primeira vez no final do século XIII (1283), por uma dama da nobreza, o Mosteiro foi refundado no século XIV (1314), por Isabel de Aragão – a rainha Santa Isabel –  que, após enviuvar do rei D. Dinis, manifestou o desejo de ali ser sepultada.  

As ruínas de Santa Clara-a-Velha de Coimbra compreendem, para além da magnífica igreja com características muito peculiares, um claustro com dimensões monumentais, que o tornam no maior claustro gótico conhecido em Portugal.

Junto à cerca, a Rainha Isabel de Aragão mandou construir um Paço onde viveu. Foi também aqui que D. Inês de Castro foi assassinada a mando de D. Afonso IV.

A proximidade do rio foi um dos fatores para a edificação neste local. Contudo, essa proximidade marcou a história do Mosteiro desde o seu início até aos dias de hoje. Se, por um lado, a presença da água era importante para a vida do dia a dia, por outro, as cheias cíclicas do Mondego tornaram impossível a permanência ali, obrigando à transferência definitiva da comunidade monástica, em 1677, para um novo convento (Mosteiro de Santa Clara-a-Nova), no Monte da Esperança.

A entrada no mosteiro custa 4€.

Morada: Rua das Parreiras, Coimbra,

Horário: Terça a Domingo das 9h às 19h

Agora é sair e andar pelas ruas de Coimbra, a descobrir estes sítios e outros que a cidade guarda. Não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉. 


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Queima das Fitas de Coimbra
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Tudo o que precisas de saber sobre a festa tradicional dos estudantes universitários.

 

Estudantes a Queimar as Fitas

Coimbra é uma cidade universitária e esse título também acaba por ser o seu cartão de visita. A universidade fica na parte alta da cidade, onde decorre a vida académica e a festa da Queima das Fitas.

A festa da Queima das Fitas começou no final do século XIX, quando os estudantes de Direito decidiram fazer a primeira queima das fitas que marcavam as suas pastas, porque não precisariam mais delas no ano seguinte. Esta prática tornou-se uma tradição em todo o país, mas, como a Universidade de Coimbra é a mais antiga,  é aqui que esta festa é mais intensamente vivida.

Durante a vida académica, os alunos recebem fitas de tecido que são colocadas nas suas pastas estudantis. Cada curso tem uma cor de fita diferente e, no final do período académico, acontece a festa que celebra essa passagem na vida dos alunos. O evento dura dias e termina com a queima das fitas, literalmente.

Estudantes de Medicina com as Fitas e Pastas

As festividades da Queima das Fitas em Coimbra acontecem todos os anos em maio. Começam oficialmente com a Serenata Monumental na Sé Velha, depois da qual se seguem as outras celebrações.

O cortejo académico é um dos momentos mais esperados por todos, porque acontece nas ruas, é grátis e todos podem participar e divertir-se. É nesse momento que os carros alegóricos saem da Universidade com os graduados, que vão bebendo e comemorando ao longo das principais ruas da cidade, onde uma multidão de familiares, amigos ou apenas curiosos se acumula.

Noites do Parque acontecem num recinto onde artistas nacionais e internacionais são chamados para tocar ao longo de várias noites. Há também a Ceia Boémia, que é um encontro entre graduados e caloiros, onde os veteranos ensinam aos caloiros coisas sobre a vida académica.

Ficaste animado com a Queima das Fitas? Prepara-te para o evento em maio. Não te esqueças de identificar a @inlifeportugal quando seguires as nossas dicas 😉.  


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